Colírio do dia

Colírio do dia

terça-feira, 19 de agosto de 2008

O tempo não para






Por muitas e muitas vezes você perde objetos. Certo? Hoje irei falar sobre “perda”, você perde o controle da televisão, aquela camisa velha que você mais gosta. Você fica com sentimento de tristeza, mas triste mesmo e quando a gente perde a pessoa que ama. Os objetos com o tempo vão perdendo seu valor eles podem ser substituídos facilmente, mas uma vida não tem dinheiro que pague.
Tem pessoas que vivem reclamando da vida, não dão o valor que ela merece, pois, a vida e um presente de Deus e é só uma! Aos meus 13 anos meu pai faleceu foi a pior perda que aconteceu na minha vida, tive que assumir responsabilidades que não cabiam a minha idade, foi ai então que comecei a olhar a vida com outros olhos.
Cheguei a pensar que minha vida tinha acabado ali, mas percebi que a morte não e uma coisa tão ruim, ela e um descanso eterno. O que eu mais queria era dizer ao meu pai o quanto o amo e o quando sua presença me faz falta. Mais meu tempo acabou, sei que aproveitei ao máximo meu tempo, e sei também que onde ele estiver ele estará cuidando de nossa família com todo o seu amor. Por isso digo a todas as pessoas que dêem mais valor aos seus pais e seus familiares enquanto a tempo.
Se você sente vontade de gritar, grite, faça o que quiser o que lhe der prazer, saiba lutar pelos seus objetivos, pois, por mais difíceis que possam ser os desafios o amanha ainda não aconteceu. Entre as pequenas coisas que não fazemos e as grandes que não podemos fazer o perigo esta em não tentarmos nenhuma.
Não deixa nada para depois, não deixa o tempo passar, não deixe nada pra semana que vem por que semana que vem pode nem chegar.




Viviane C. de Aguiar n° 25

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Mudanças do Sentimento














Desde os nossos antepassados, o que se costumava preservar e sendo assim lutar, era a vida que, supostamente, significava o resultado de uma união entre dois seres de sexos diferentes.
Levando em consideração a maneira de procriar, salvar a espécie humana, nada mudou. Porém, nota-se sem nenhuma porcentagem de dificuldade o quanto “evoluímos”. Hoje, temos energia elétrica, casas de alvenaria, automóveis, aviões, até para a lua conseguimos ir. Sendo causa ou conseqüência, isso não importa, a alma humana se modificou.
O objetivo de vida torna-se a cada segundo, a cada nova invenção da tecnologia, mais ambicioso e, de nenhuma maneira, a necessidade e o sofrimento do próximo têm tal importância como realizá-lo.
Não existe mais amizade, existem colegas de guerra, não existe mais família, existem pessoas com progenitores próximos. Realmente, falar de amor e amizade em pleno século XVI está fora de moda. E por falar em moda, que tal um casaco de pele de onça? Salvem a Amazônia!
Mães abandonam seus filhos em sacos plásticos, padres abusam sexualmente de crianças, mendigos são queimados enquanto dormem na praça, pais são forçados a ver o assassinato de seus próprios filhos. Não se dorme mais como antigamente. Não dormimos hoje com a certeza de acordarmos amanhã, não andamos mais com a certeza de chegar em casa e reencontrar a família.
Grande família? É melhor deixar somente para a Rede Globo, pois agora, o salário que recebemos não é suficiente para ter mais de um ou dois filhos.
Para quem cruza os braços ao ver uma notícia de corrupção na TV ou vota inconseqüentemente achando que nada vai afetar ou mudar em sua vida, está na hora de pensar um pouco mais com “dignidade”.
A tal geração coca-cola, tão bonita e alegre em propagandas e músicas, começa então, a desenvolver os sintomas gástricos, evoluídos de uma desordem ambulante.
Uma de centenas teorias feitas por quem tudo tenta explicar, diz que, tudo provavelmente, começou com um projeto de administrar e organizar o trabalho de um povo: a economia que, posteriormente, veio chamar-se de capitalismo. Não sou cínica de criticar quem por esse universo, tenta se sobressair de uma classe oprimida para chegar ao topo da hierarquia, afinal, até mesmo eu, sou escravocrata desse sistema. Tenho total convicção de meus objetivos e os idealizo em plena harmonia com a realidade.
Estudar, fazer uma universidade, ter uma profissão digna, ganhar dinheiro, ter um carro, uma casa boa, conforto, jamais seria um ato desonesto ou imoral, pois, “merecemos comer o melhor fruto desta Terra”, assim Jesus nos disse. Mas o que não podemos fazer é desmerecer as outras pessoas pela sua conta bancária, ser corruptos e, principalmente, deixar de ter alma e ser robôs, eternos escravos do dinheiro.
Amanda Lacerda 2º colegial

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Pela Vida

Artigo de Opinião


Certo dia, trocando de canal em busca de algo interessante na televisão (coisa cada vez mais rara), deparei-me com uma propaganda que me causou espanto. Era uma moça que comentava sobre os direitos conquistados pela mulher no decorrer dos anos, conquistas essas que cada vez mais aproximam a sociedade atual do ideal igualitário. Até aí tudo bem. Mas, no fim, ela defende que as mulheres devem ter o direito de decidir o que é o melhor para si, praticando o aborto no caso de um filho indesejado. Mas ora essa, onde já se viu! Não quero nem de longe criticar o direito da livre expressão de opinião, mas por que incitar o assassínio de crianças indefesas que acabaram de obter a oportunidade da vida? Será que o ser humano tem o direito de dispor da sua vida ou de qualquer outra?
Desde o início das organizações sociais e religiosas humanas, a vida de cada ser foi considerada um pertence. Nos primeiros tempos em que a ignorância e pulso falavam ainda mais forte, a soberania e o bom-humor dos “Deuses”, além dos caprichos dos lideres terrenos, comandavam o destino de muitas vidas, que poderiam ser submetidas à sacrifício, muitas vezes na busca de um bem maior para a sociedade. Neste caso, a principal motivação é a ignorância, ou seja, comete-se um crime sem realmente saber. Isso ainda funciona até hoje em algumas tribos menos “civilizadas”. Apesar de desumano, ainda é relevável, pela falta de conhecimento. Mas na atualidade do mundo intelectualmente desenvolvido, onde a ignorância selvagem não é mais justificativa, a vida continua sendo posse de seus integrantes. Se uma moça e seu parceiro têm um filho indesejado, comete-se aborto por pensarem que não se acham em condição de criá-lo ou que não poderão “aproveitar a vida”; se um doente está em estado terminal, numa situação desesperadora, decide-se pelo sacrifício numa tentativa infundada de aliviar seu sofrimento; um criminoso, ao causar danos praticamente irreversíveis à sociedade, é, em alguns lugares, levado a pena de morte, ou pelo poder público ou pelo popular, que por vezes comete o absurdo da execução por linchamento; aquele ser que amarga uma derrota no terreno do amor ou dos negócios, ao perder por completo o interesse pela vida, numa tentativa inútil de aliviamento, acaba por cometer o suicídio. Em cada uma dessas situações existem vários fatores de risco, de dor e de sofrimento que devem ser levados em conta, mas numa sociedade racional como a nossa, devemos entender que, mesmo em casos como esses, nada justifica a interrupção de uma vida.

Nossa sociedade, que está em constante desenvolvimento intelectual e moral, para se desvencilhar totalmente destas correntes da ignorância, da maledicência e da displicência para com a vida alheia, deve passar por uma grande, lenta e natural evolução de mentalidade e cultura, em todas as regiões do planeta. Todos devem entender e ter como verdade incontestável o direito universal da vida, assim compreendendo que esta não é um pertence, e sim um estado a que pertencemos e que ninguém tem o direito de tentar descartá-la. No caso do aborto, é incabível se pensar apenas no próprio umbigo e esquecer do ser que dentro do útero materno está se desenvolvendo e isto vale para pai, mãe e todo o resto que se envolve numa tentativa de impedir criminosamente o nascimento desta criança que já existe desde a concepção. Mas e os filhos de casos de estupro? Não importando o pai, este ser em formação está vivo e não tem culpa de ser uma conseqüência do acontecido. Talvez até venha sim como uma benção para esta mãe. Já na eutanásia, ao invés de impedir o sofrimento, debita-se uma chance crucial de elevação e renovação tanto do doente, quanto da família. Talvez até o enfermo em fase terminal sofra uma reviravolta e, mesmo que por pouco tempo, ainda possa permanecer por aqui, como já aconteceu em alguns casos, o famoso milagre. E mesmo que isto não aconteça, não é nosso o direito de encurtar a existência de alguém. Assim, por esse mesmo motivo, a pena de morte também é ilógica. Não se pode julgar se alguém que cometeu um erro, mesmo grave, tem ou não o direito de viver, impedindo até uma possível regeneração. Além, é claro, dos erros judiciais, em que anos mais tarde se descobre que a vítima desta pena não tinha culpa de nada. Falando nisso, a própria culpa é que muitas vezes leva o ser a situação extrema do suicídio. Talvez este seja o mais complicado dos atentados à vida citados aqui. Mesmo que o suicida saiba que esta ação vai prejudicar tanto a sua vida quanto a das pessoas a sua volta, é difícil salvá-lo de sua fixação mental em resolver os seus problemas através da fuga. Apesar do traço de covardia neste ato, não se deve ter indignação com o autor, e sim pena e compaixão com este ser que está em dificuldades, mesmo por que não sabemos se na mesma situação não sucumbiríamos.





Como a complexidade e a polêmica destes assuntos nos levam a grandes discussões, essas divergências de pensamentos fazem com que cada um defenda seu modo de pensar e tente difundi-lo através de uma propaganda, por exemplo, ou um artigo de opinião. Mas é importantíssimo que nestes assuntos pelo menos estas três grandes coisas devam ser levadas em conta: A situação que a pessoa ou a sociedade está vivendo, ou seja, a causa dos atos, por isso não devemos condenar e sim tentar ajudar; as conseqüências dos atos, que podem ser altamente destrutivas tanto para a vida de alguém quanto para a paz de espírito dos envolvidos; e, por fim, o mais importante e que deve ser a principal referência para nossas ações, como um todo, é o amor pela vida.


Victor Ribeiro Moura, 2º Colegial

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Nem tudo que é bom pra você é bom pra mim



Talvez fosse mais fácil falar de um assunto comum como todo mundo, mas eu preferi falar de uma questão que acontece na vida de todos nós.
" Ligar para o que os outros irão falar de nós"
As vezes damos tanto valor para isso que acabamos deixando de lado o que realmente queremos para não sermos rotulados como "diferentes" ou excluídos".
Existem pessoas que só servem para colocar agente para baixo.Colocam defeito em tudo e em todos.E acabam não olhando para si próprios.Eu não sou melhor do que você, nem você é melhor do que eu.
Muitas vezes nós deixamos nos levar pelas aparências.O jeito que a pessoa se veste ou fala, não expressa o cárate e nem a conduta dela.Nós mesmos criamos uma barreira,um preconceito para as novas oportunidades.
As vezes você está com vontade de fazer algo mas como para seus amigos não é "legal" você acaba se privando de novas experiências.
Por isso não ligue para o que os outros vão falar ou dizer, o importante é o que você realmente sente ou deseja.A vida é tão curta para deixar escapar das mãos as oportunidades.
Mas se você cometeu esse errro e esta arrependido aí vai um conselho: Nunca sinta vergonha de pedir desculpas, de voltar atrás, seguir os seus pensamentos sem ligar para os outros.Pois reconhecer os erros não é feio nem humilhante mas sim um gesto nobre que poucos tem.
Aluna:Eloáh Nayná de Azevedo Santiago

segunda-feira, 11 de agosto de 2008


O que é a Amizade?
Pequena palavra que possui grandes significados. Penso que a amizade é um presente de Deus em nossa vida, que consiste em confiar, amar e ajudar, onde com o passar do tempo ambos conhecem suas qualidades e defeitos, é tão bom saber que seus segredos estarão bem guardados.
Mas, será que todos os amigos são verdadeiros?
Amigos verdadeiros temos poucos, mais esses poucos se tornam verdadeiros que nem o tempo, nem a distância e muitos menos os obstáculos da vida podem destruir uma amizade verdadeira. Por outro lado, existe a tal amizade falsa onde você deposita toda a sua confiança, move fundos e mundos por essa tal pessoa e que no final aos poucos a máscara vai e assim descobrimos quem realmente são. Na qual diziam que queriam nosso bem e na realidade queriam o contrário.
Portanto, pode se concluir que amigo é aquele que nos faz bem, que esta sempre ao nosso lado, seje ele nas horas ruins ou alegres, que nos previni de algum perigo, quando não conseguimos vê - lo. Para ser amigo não é necessário livros ou manual de instruções, pois já nascemos com a amizade.
E você, que possui um verdadeiro amigo, cultive o máximo de amigos possíveis e cuide bem deles, pois amigo é um bem precioso demais para ser perdido.
Márcia Yumi Mitsutake N°:13

Yasmin Georgia


Direitos dos Gays, travestis, transexuais e lésbicas; A questão da cidadania do homossexual é uma realidade a cada dia mais presente nos trabalhos da Comissão de Direitos Humanos. Em 1999, recebemos de diversas entidades denúncias sobre violações dos direitos dos homossexuais. Por outro lado, é um dos grupos vulneráveis que mais rapidamente vem se organizando no Brasil em prol de seus legítimos interesses, Mas os dados sobre os crimes que se cometem contra os homossexuais são alarmantes. De acordo com a ABGLT - Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis, a cada três dias, um homossexual é assassinato no país em decorrência de sua condição sexual. É crescente o número de crimes de torturas, agressões, ameaças e difamações, principalmente nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, onde há um número maior de violações. Os dados ainda são incompletos e parciais, tendo em vista que muitos crimes não são sequer registrados. É que, freqüentemente, ao tentar registrar agressões junto às delegacias, homossexuais acabam sendo vítimas de mais discriminação e preconceito por parte dos próprios policiais, passando de denunciantes a denunciados. As ocorrências são então modificadas ou desestimuladas. Os estudiosos demonstram em suas pesquisas que somos uma sociedade homofônica, ou seja, há uma especificidade na discriminação existente contra os homossexuais. Neste contexto, o que motiva o crime ou o preconceito, muitas vezes, é a rejeição pura e simples da pessoa em razão de sua orientação sexual. O homem que opta por ser gay, travesti, transexual ou a mulher que opta por ser lésbica, são vistos como desequilibrados, desajustados, doentes que precisam ser excluídos do convívio social. Tudo isso reforça uma cultura hermética e machista que desrespeita a pessoa humana e fere o direito e a liberdade de exercer livremente sua sexualidade.

Bom, do meu ponto de vista, as pessoas devem ser respeitadas independente daquilo que elas optem ser ou fazer, porque cada um é dono de si mesmo e isso ninguém pode mudar; isso pode ser apenas uma fase, ou pode ser mesmo um opção de vida; o motivo de estar falando sobre esse assunto, é que ele é relacionado com o preconceito e a discriminação, porque homens e mulheres são descriminados no emprego, e o que fizerem na 'cama' é mais importante do que aquilo que eles são?, e se eles forem insultados verbalmente o problema é deles, e se eles forem atacados é por que eles provocaram, e se levantarem a voz e porque estão se exibindo, e se eles gostarem de sexo são taxados de pervertidos e se eles tem AIDS é por merecem, e se eles marcharem com orgulho todos nos temos isso como uma palhaçada, e se eles tem ou querem criar alguma criança são chamados de pais incompetentes, e se eles reclamam os direitos estão a ultrapassar limites, e sem contar que eles estão constantemente forçados a duvidarem dos valores deles como seres humanos, e se eles tem relação amorosa com alguém do mesmo sexo não é reconhecido, e ainda dizem que não existe amor, na moral? Esse é o pais em que nos vivemos, todos falam que não ah preconceitos, sendo que o preconceito vem dentro de si mesmo, dentro de cada um, independente da pessoa ser gay, lésbicas, preto, branco, ser de outro País, são todos seres humanos, e não é porque eles optaram em gostar do mesmo sexo nos devemos descrimina-los, isso é uma opinião pessoal e ninguém tem o direito de ficar gozando e nem tirando piadinhas só pelos simples fato de serem gays. Eu concluo esta pequena redação, agradecendo a todos que lerão, e que sejam mais humanos; esta é a minha opinião

domingo, 3 de agosto de 2008

Inauguração

Começa hoje a apresentação dos textos dos alunos no blog. Todos os dias haverá um texto novo que pode e deve ser comentado pelos colegas. Agradeço a visita!!